11/11/10

Liberdade


Vocês podem calar a minha voz, mas não os meus pensamentos!
Vocês podem acorrentar o meu corpo, mas não a minha mente!
Não serei plateia desta sociedade doente, serei autor da minha história!
Os francos querem controlar o mundo; os fortes, o seu próprio ser!
Os fracos usam as armas; os fortes, as ideias !

In A saga de um pensador – Augusto Cury


10/11/10

Mundos diferentes

“No meu mundo, os mais fortes servem os mais fracos.
No seu, os mais fracos servem os mais fortes. Qual é mais justo?”

In A saga de um pensador – Augusto Cury

09/11/10

Poeticamente filosofando

Estou completamente e absolutamente deliciada com um dos livros que ando a ler, tanto é que ando a lê-lo aos bocadinhos para prolongar o prazer...

A Saga de um Pensador – Augusto Cury

“Ele gosta de proclamar que ricos são os que extraem muito do pouco, e livres os que perdem o medo de ser o que são.”  In A saga de um pensador – Augusto Cury


03/11/10

Marina - Carlos Ruiz Záfon


Andava ansiosa por ler mais este livro deste autor que adoro!

Mais uma vez não fiquei nada desiludida, Zafón escreve belissimamente e enreda-nos de tal maneira que nos sentimos participantes na história.
A critica classifica-o de “Macabro, fantástico e simultaneamente arrebatador”.
O livro só tem um contra... é pequeno, só 264 paginas e as horas doces que passei com ele acabaram demasiada rapido... Hélas!
Senhor Zafón, quero mais!!

Ficha técnica
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 264
Editora: Planeta
ISBN: 9789896571191


A história inesquecível que precedeu “A Sombra do Vento”. «Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro.» Na Barcelona de 1980, Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das suas escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje. «Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, “Marina” é um dos meus favoritos.»
 
Classificação: 07 - Muito bom

29/10/10

A proxima vez - Marc Levy

Adoro livros e histórias que mexam comigo.

Só posso dizer que gosto de um livro quando mexe com as minhas emoções, gosto que me faça rir, chorar, sentir raiva, medo, angustia... etc.

Este livro é surpreendente, mexeu comigo e aborda um tema que me é muito querido e polémico. Adorei!
 

Numa viagem de São Petersburgo a Boston, de Londres a Florença e a Paris, a história de um amor que desafia o tempo e a distância.

Jonathan é um especialista em arte com uma paixão inexplicável pela obra do pintos russo Vladimir Radskin. Quando, nas vésperas do seu casamento, lhe chega a notícia de que uma galeria em Londres tem em sua posse cinco quadros do pintor – entre elas, possivelmente, A Rapariga do Vestido Vermelho, a sua mítica última obra, misteriosamente desaparecida em 1868 – Jonathan não hesite em partir.

Ao chegar a Londres, encontra Clara, a dona da galeria, e é acometido por uma forte sensação de déja-vu: certamente já viu aquele rosto, já ouviu aquela voz. Mas onde, e quando? Será que entre eles há algo mais em comum do que uma paixão por pintura?

Jonathan e Clara viajam de São Petersburgo a Boston, de Londres a Florença e a Paris, procurando descobrir a misteriosa história por trás de A Rapariga do Vestido Vermelho. Ao longo da sua viagem, descobrem que a história do quadro e do seu criador está entrelaçada com a das suas próprias vidas...

Classificação: 7 - Muito Bom

27/10/10

Regressei de férias


Fotografia: Catarina - Olhares.com
 
Regressei de férias... pois, tinha de ser, hélas!
Foram espectaculares e fáceis.
Excederam as minhas expectativas e estas eram bem altas.
Entendo agora perfeitamente quando me dizem que ficaram a adorar Marrocos, ou não se gosta ou se adora, eu amei!

Saí daqui consciente que não ia ter muito tempo para ler e só levei dois livros e um deles já ia a meio.
Para surpresa minha, não consegui tempo para ler sequer uma página. Houve duas ocasiões em que tive um “tempinho” para pegar num livro, numa delas, praticamente adormeci a olhar para ele – fotografaram-me nesse lindo pranto - na segunda ocasião, cheguei a pôr o livro na mesinha de cabeceira para ler confortavelmente deitada, de repente, acordei ao outro dia... não me lembro de ter pegado no livro que continuava pacientemente à minha espera na mesinha...

Somaram-se quinze dias sem leitura, exepto mapas, folhetos dos hoteis e locais a visitar, não me reconheço, mas reconheço que este estilo de férias não o permitia.
Em contrapartida, aumentei o meu conhecimento de outra forma ainda mais bonita. Vi lugares lindos, cheiros diferentes, cores maravilhosas (ai aqueles tapetes!!) pessoas sempre sorridentes e hospitaleiras e... o deserto... finalmente!!

Em breve, algumas fotos que vou partilhar aqui.

05/10/10

Vou Viajar...

Acho que até gosto mais de viajar do que ler... infelizmente, esse passatempo não está tão ao meu alcance quanto os livros... então, quando quero viajar -o que, diga-se de passagem, é sempre - e não tenho possibilidades financeiras ou tempo, pego num livro e... aí vou eu para outro mundo, outros tempos!

Mas, agora, dentro de 3 dias... lá vou eu para... Marrocos!


Umas férias merecidas, uma viagem desejada há muitos anos, sonhada há quatro anos e planeada há alguns mêses!


Tenho sonhado com muitas viagens, adorava visitar vários países em África, a Índia, etc… mas viajar não é só para fora do país, e cá por dentro tenho passeado bastante.
Este ano surgiu a oportunidade de uma viagem a quatro, a Marrocos aqui tão perto afinal… tão grande, tão diferente, tão belo segundo dizem as pessoas que lá foram e principalmente as com quem vou agora e que já lá foram várias vezes.
Há quatro anos que me falam daquela terra, daquelas gentes que cativam quem por lá se demorou.

Desejosa de conhecer as famosas medinas, de percorrer aquelas pistas de centenas de quilómetros e sentir o friozinho gostoso do Alto Atlas, ansiosa por conhecer o deserto deles e que tenho a certeza, será também o meu!