07/01/11

O Sangue dos Inocentes - Julia Navarro

Uma grande aventura com personagens bastante diversificadas.
Um livro com História, desde a Inquisição até aos nossos dias.
Apesar de não ser nada religiosa, adoro livros que abordem histótias sobre todo o tipo de religiões , este livro é entusiasmante do principio ao fim.
Tem um pouco de tudo, história, suspense, romance, o ritmo e acção são bons bons, isto é, não são nada parados.
Considero um bom romance.

"Ao longo da História, a intolerância fechou as portas ao entendimento entre os Homens... Agora, o novo romance da autora de A Irmandade do Santo Sudário e A Bíblia de Barro deixa a porta aberta à possibilidade da esperança.
Sou espião e tenho medo...
Assim começa a crónica escrita por Frei Julián no século XIII sobre o cruel cerco a Montségur e a luta entre cátaros e católicos. Séculos depois, em 1939, um medievalista agnóstico empreende uma perigosa viagem por uma Berlim nazi, em busca da mulher de origem judia. Nos dias de hoje, um grupo de muçulmanos radicais imola-se em Frankfurt e deixa atrás de si uma mensagem críptica que coloca em estado de alerta o Centro Antiterrorista da União Europeia, cujos agentes - com o auxílio dos serviços secretos do Vaticano - tentam desvendar um enigma que parece unir a intolerância da Inquisição, o despotismo fascista e o integralismo islâmico numa só frase: «Um dia, alguém vingará o sangue dos inocentes.»
Um muçulmano capturado por uma célula terrorista, um jesuíta especializado na heresia, um conde francês obcecado por uma dramática herança familiar, um homem misterioso - o Facilitador - que na sombra manipula os fios do poder, bem como uma intrépida jovem dos serviços antiterroristas, protagonizam este livro apaixonante acerca de vingança e traição, com o violento conflito entre Oriente e Ocidente como pano de fundo.
No seu romance mais amadurecido e ambicioso, Julia Navarro surpreende-nos com uma aventura vertiginosa que nos transporta a lugares como Jerusalém, Granada, Roma ou Istambul, e tenta aprofundar as causas do fanatismo religioso e da intolerância ao longo dos séculos."

 

Minha Classificação: 7 - Muito Bom

03/01/11

A Ilha - Victoria Hislop

Um livro que conta a tragédia de uma familia e muitas mais na Grécia da época da 2ª Guerra Mundial.
Fala-nos de amizade, coragem, até mesmo heroismo mas também da ignorancia humana, da dor e do amor!
Recomendo. 


A Ilha - Victora Hislop 
Sinopse: Num momento em que tem que tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, Alexis Fieldings está determinada a descobrir o passado da sua mãe. Mas Sofia nunca falou sobre ele, apenas contou que cresceu numa pequena aldeia em Creta antes de se mudar para Londres. Quando Alexis decide visitar Creta, a sua mãe dá-lhe uma carta para entregar a uma velha amiga e promete que através dela, Alexis vai ficar a saber mais. Quando chega a Spinalonga, Alexis fica surpreendida ao descobrir que aquela ilha foi uma antiga colónia de leprosos. E então encontra Fotini e finalmente ouve a história que Sofia escondeu toda a vida: a história da sua bisavó Eleni, das suas filhas e de uma família assolada pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Alexis descobre o quão intimamente ligada está àquela ilha e como o segredo os une com tanta firmeza

Minha Classificação: 7 - Muito Bom

30/12/10

PRESENTES E... FELIZ 2011

Pelos vistos, portei-me muito bem este ano, o Pai Natal foi generoso!
Um dos meus desejos foi realizado.
Neste Natal recebi nove livros!!
Agora... só me resta lê-los em 2011, estes e mais os que já tenho na prateleira dos “para ler” que são... talvez uns vinte ou trinta... não sei bem.
Tenho de contá-los...

Para este Novo ANO 2011... que seja repleto de tudo o que mais desejamos, senão, que não seja pior do que este que acabou.
VIVA!!!!!
      




 

22/12/10

A todos desejo... o costume !




                                  A todos desejo... o costume !
                                  Saude, Paz, Amor, Alegria etc, etc...

                                  E... MUITOS LIVROS PARA LER EM 2011 !!!  :))

                            BOM NATAL E FELIZ ANO NOVO!!!


13/12/10

O Livro de Safira - Gilbert Sinoué

Este é outro dos melhores livros que já li (duas vezes).
Durante uns tempos ofereci este livro a várias pessoas (é, sou do género de impingir os livros que mais gostei). É bom de ver que acho este livro um bom presente de Natal.
O primeiro capitulo é um pouco aborrecido, mas, amigos não desistam, passado este esse primeiro capitulo, ficarão agarrados como eu fiquei.
Trés homens, cada um representante de uma religião, Católica, Judia e Muçulmana partem à procura de um livro que acreditam lhes vai dizer qual das trés é a Verdadeira Religião, a eleita por Deus.
Um livro cheio de mistérios, surpresas e principalmente cheio de sabedoria!!
Recomendo vivamente!

 
Uma epopeia puramente humanista e um hino à fraternidade. Um inesquecível fragmento literário sobre a diversidade religiosa e a tolerância entre os povos…
 Estamos na Espanha da Reconquista, alguns anos antes da queda de Granada. Época fascinante em que coexistiam – no entrechocar das espadas, mas também na tranquilidade dos pátios – os três mundos mediterrânicos: a áspera cultura católica, a doçura árabe-andaluza e a exigência judaica.
Aben Baruel, um erudito judeu, é condenado e executado na fogueira em Abril de 1487. Teve, no entanto, tempo de cumprir a sua missão: esconder o livro sagrado, O Livro de Safira, que teria sido dado pelo próprio Deus a Enoch. Das mãos de Enoch, o livro teria passado por várias gerações até chegar a Salomão, altura em que se terá extraviado.
Para que esse documento não fique perdido para sempre, Aben Baruel construiu um criptograma com versículos das Sagradas Escrituras, do Novo Testamento, da Torah e do Corão.
Três homens excepcionais: um rabino, um filósofo árabe e um monge franciscano, unem-se para encontrar o Livro de Safira... Deverão eles acreditar na palavra da bela Dona Manuela Vivero, enviada da rainha Isabel, que receia um complot perigoso para Espanha?
 O Livro de Safira é um extraordinário hino à tolerância, onde se confundem o Santo Graal, a Arca da Aliança e as Tábuas da Lei. Os segredos do Mundo.
Um livro simultaneamente subjugante e terrífico, em que as páginas «se viram por elas próprias», irresistivelmente.
«Numa Espanha destroçada pela guerra de reconquista e pela Inquisição, três homens vão partir em busca de um livro mítico outrora legado por Deus ao povo de Israel – O Livro de Safira. Três homens que tudo separa: um judeu, um monge franciscano e um árabe terão que unir os seus prodigiosos conhecimentos para chegarem à maior revelação de todos os tempos. Um grande livro de um autor que se impõe como um dos melhores romancistas desta civilização mediterrânica.»
Minha Classificação: 7 - Muito Bom

10/12/10

Fim-de-semana frio, branco e às cores...!

Adoro o Outono e o Inverno.
Gosto do frio, da chuva, da neve e do vento.
Gosto de fazer umas caminhadas, especialmente quando chove.
Adoro passear à chuva, faz-me sentir viva, faz-me sentir bem.


Gosto do barulho da chuva a cair nos telhados, nas folhas das árvores, dos cheiros que vêm da terra molhada, do cheiro a castanhas assadas, do vento fresco na cara.
Faz-me estremecer de contentamento.


Tolinha, não? Pois é, sou mesmo. Ao contrário da maior parte das pessoas, a minha estação favorita é o Outono e depois o Inverno, Primavera e em último o Verão.


Gosto do Outono, por causa da chuva (eu venero a água), passear nos parques pelo meio das cores da vegetação, verdes, amarelos, laranjas, vermelhos e castanhos.
Ouvir o som dos passos nas folhas caídas, gosto de lhe dar pontapés.


Depois o Inverno, porque é frio (agora tenho neve mais perto), gosto de andar na rua quando está muito frio – devidamente agasalhada, claro. Gosto do cheiro da lenha a queimar nas lareiras.
Vejam só: muito frio na rua, se possível neve, uma sala confortável, uma lareira com chamas a crepitarem, luz de velas, música suave, um bom vinho, uns petiscos, uma boa conversa, risos e uma boa companhia…
Conseguem imaginar melhor cena?
O calor de tudo isto no meio de tanto frio!


A seguir a Primavera, o sol que começa a aquecer o coração das pessoas que ficam meio deprimidas com o Inverno (não sou uma delas, pelo contrário).


A natureza começa a germinar, o corpo a destapar e o desejo a despertar…
Os cheiros a flores, a brisa morna para relaxar e aí vem o Verão a escaldar, onde o que mais gosto é andar o mais despida possível e a maravilhosa sensação de poder andar enfiada dentro de água, seja piscina ou mar.




De facto, todas as estações têm o seu encanto.
Fico feliz por viver num país onde as quatro estações do ano são (ainda) bem definidas e limitadas para não aborrecerem.


Eu quero e gosto sempre de aproveitar ao máximo tudo o que cada estação do ano oferece.

Mas a minha preferência vai para o Outono e o Inverno, então, aproveitando o nevão da semana passada, fui, a correr passar o fim de semana ao Gerês  e ele estava assim... LINDO!!!

02/12/10

Por Amor à India - Catherine Clément

Embora já tenha lido alguns livros desta autora, comecei a ler este por curiosidade e porque sou desde miuda, imensamente atraída pela India, como país e cultura apesar de nunca lá ter estado – espero colmatar essa falha o quanto antes...
Este livro ensinou-me imenso a propósito da independência deste pais que adoro.
A história anda à volta de grandes personagens reais e verdadeiros herois até mesmo Ali Jinnah que fiquei a admirar.
Lê-se muito bem, é uma história entusiasmante, algo violenta mas também muito terna.
A quem gosta de romances históricos, aconselho!
Mais um bom livro desta escritora francêsa, Catherine Clément muito pouco conhecida no nosso país.

 Por amor à Índia
Catherine Clément
Romance   512 páginas
Tradução de Sérgio Honório de Freitas Guimarães
Formato: 14 x 21 cm
ISBN: 8501046957


Índia, 1947. Pouco depois do fim da Segunda Guerra mundial, Nova Delhi entroniza lorde Mountbatten, o último vice-rei britânico. Ao lado dele, destaca-se a figura de sua mulher, lady Edwina, uma das mais importantes, libertinas e emancipadas damas da aristocracia inglesa. Quase ao mesmo tempo, o pandit Nehru, futuro primeiro-ministro da Índia livre, sai da prisão. No instante em que o país atravessa uma crise sangrenta, com um saldo de mais de 500 mil mortos, nasce a mais improvável das paixões: a do líder rebelde com a esposa do maior representante da autoridade colonial - um fato histórico relatado em forma de romance pela francesa Catherine Clément em POR AMOR À ÍNDIA, um lançamento da Editora Record.
Com a mesma impotência e nobreza com a qual aceita o romance de sua esposa com Nehru, lorde Mountbatten assiste à explosão de violência religiosa e epidemias que acabam por levar a antiga colônia à independência e sua divisão em dois países: Índia e Paquistão. Um processo natural e irreversível, previsto e compreendido pelo Mahatma Gandhi. Alguns meses mais tarde, os Mountbatten retornam à Inglaterra, mas o amor de Edwina e Nehru resiste ao tempo e à distância. Por doze anos, os amantes se correspondem diariamente, e passam juntos um mês por ano até a morte de Edwina.
POR AMOR À ÍNDIA é uma história que junta a insanidade assassina de fanáticos indianos, reponsável pelo surgimento de duas nações, e o louco amor de dois seres tanto ternos quanto heróicos. O romance inusitado entre Nehru e lady Mountbatten serviu de inspiração à filósofa, poetisa e escritora parisiense Catherine Clément em seu novo livro. Depois de morar quatro anos na Índia, onde viu de perto a realidade exótica daquele país, Catherine - autora de A valsa inacabada, também lançado pela Record - vive atualmente em Viena, na Áustria.

Minha classificação: 8 - Excelente